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Horta como ferramenta de transformação

Horta como ferramenta de transformação

Autonomia, inclusão e conhecimento através da experiência

Para o Pé de Feijão, uma horta não é só um espaço com terra, sementes e mudas. É uma ferramentas poderosa de transformação. Através das hortas urbanas, é possível proporcionar a experiência de botar a mão na massa e resgatar a origem do alimento, melhorando a qualidade da alimentação. Além disso, a vivência traz mais conhecimento, autonomia e é capaz de gerar vida ao que antes seria facilmente descartado.

Quanto à autonomia, o trabalho dessa iniciativa ganha um sentido ainda maior quando está aliado à um projeto de diversidade e inclusão. O Instituto Chefs Especiais trabalha a inclusão de pessoas com Síndrome de Down a partir da gastronomia. Uma atuação que permite a jovens e adultos aprender (e também ensinar) atividades ligadas à arte de cozinhar, dando autonomia a eles em muitas outras esferas. E quanto poder há em plantar o próprio alimento, em fazer comida utilizando o que você mesmo colheu, produzido ali pertinho e com as suas próprias mãos. Um exemplo do que a mão na terra pode contribuir para uma sociedade melhor.

Conhecimento à mesa

Além da criação, preparo e cuidado das hortas, Pé de Feijão também proporciona oficinas sobre ler o rótulo dos alimentos; identificar a diferença entre alimentos ultraprocessados, processados, minimamente processados e in natura; e refletir sobre a importância de entender melhor o que estamos comendo e qual o papel dos alimentos industrializados na nossa vida. “Com a correria e a facilidade dos dias de hoje, não percebemos que estamos comendo muito mais alimentos industrializados. Pode ser que eles precisem ter um espaço na nossa alimentação, mas é preciso descascar muito mais e desembalar muito menos”, afirma Luisa Haddad, fundadora e facilitadora das oficinas.

A ideia é que, retomando a percepção do ciclo dos alimentos, da horta à colheita, e reconhecendo o trabalho dos agricultores, o participante presente nas oficinas questione seu papel como consumidor: será mesmo que comer bem é tão mais caro? Por que não nos perguntamos se estamos economizando na comida e gastando na farmácia? Reflexões valiosas para a transformação, não só das pessoas, mas também do meio em que vivem.

Do prato à terra

A compostagem também é um serviço do Pé de Feijão que dá valor e luz a uma parte do processo que pode ser tida como o final: os resíduos orgânicos que são descartados diariamente em grandes indústrias e também na casa dos brasileiros. O que antes era “lixo”, na compostagem vira adubo para alimentar as hortas. Essa é uma das opções possíveis na entrega do trabalho negócio social.

“É muito bom ter empresas parceiras que se preocupam em compostar seus resíduos orgânicos, e que isso ainda vai gerar adubo para a horta. Esse é um projeto que tem um efeito direto na sustentabilidade ambiental, e também coloca a destinação desses resíduos de acordo com a política nacional de resíduos sólidos, que prevê que todos os resíduos orgânicos compostáveis devem ser tratados, preferencialmente, via compostagem”, conta Marina, bióloga do Pé de Feijão e responsável pela coordenação desse tipo de implementação. Quer ver o Pé de Feijão atuando com indústrias brasileiras na práticas?

Confira a sessão de Projetos no site oficial: http://www.pedefeijao.com.br/nossosprojetos

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